Rede social baseada em música oferece serviço em beta público com o apoio de grandes gravadoras e artistas independentes
Da Redação
A ação é planejada há anos, segundo post de Richard Jones no blog da Last.fm. A rede tem apoio das gravadoras EMI, Sony BMG, Universal e Warner, além de diversos artistas e gravadoras independentes.
“Tornamos disponível online – e gratuitamente – o maior acervo legal de músicas. Esta é a forma que acreditamos ser correta”, escreveu Jones.
No Brasil, o cantor, compositor e Ministro da Cultura Gilberto Gil manifestou opinião parecida, criticando o modelo “mastodôntico” das gravadoras e afirmou, esta semana, que planeja lançar suas músicas primeiro na internet.
As faixas completas na Last.fm são oferecidas, por enquanto, nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha. A rede musical se esforça em expandir o serviço a outros Países, de acordo com Jones.
Esta versão beta inicial permite que cada música seja tocada até três vezes gratuitamente, antes que o usuário seja alertado sobre uma possível inscrição no serviço – este será anunciado em breve, mas o blogueiro não revela quando.
As gravadoras e artistas são pagos cada vez que alguém ouve uma faixa. A Last.fm usa uma parte do lucro obtido com os anúncios no site para tal.
Artistas independentes também podem se inscrever gratuitamente para oferecer suas produções.
Jones conta ainda que a Last.fm trabalha para oferecer músicas completas com enfoque no desktop e “além”.
Tags: maikon, musica, musica digital, musica da amazônia, amazônia music